Segurando seu emprego, ao mesmo tempo em que se prepara para o caso de ser demitido

A crise mundial anda batendo à porta de muitas empresas, e mesmo quem está em um excelente momento de uma sólida carreira começa a se preocupar com a possibilidade de a empresa fechar, ser adquirida, fundir-se, ou praticar algum tipo de downsizing ou readequação aos novos tempos.

Muitas destas situações ficam completamente além do poder de influência de qualquer empregado – dificilmente dá de evitar perder o emprego quando a empresa (ou a filial do seu país, ou seu escritório local, etc.) fecha as portas. Mas na maioria das outras, algum gestor acaba tendo de fazer a terrível escolha: quem vai para a rua primeiro?


Cartão vermelhoDeixando de lado as características intrínsecas à função que você exerce (e, mesmo no caso destas, vale lembrar que corporativamente ninguém é imprescindível e nem insubstituível), existe uma série de características que você pode buscar e que podem (eu disse podem – para este assunto não existe segurança absoluta) afastá-lo do topo da fila dos demissionários, sob o ponto de vista de boa parte dos gestores éticos e responsáveis.

E o melhor: a maioria delas também coloca você em posição de vantagem caso venha a ser demitido e precise procurar outra ocupação. E se você pensa que isso não é grande consolo na situação corrente (a Organização Internacional do Trabalho prevê 50 milhões de novos desempregados no final deste ano…), pense no quanto é pior a situação de quem vai concorrer na mesma fila contra essas pessoas que têm algum diferencial a seu favor.

E o melhor ainda: elas ainda o tornam um profissional mais completo e adaptado às demandas do seu mercado. Portanto, há pouco a perder em adotá-las, e potencialmente muito a ganhar.


“Só porque você é necessário, não significa que você é importante”Pessoalmente, eu tenho em minha mesa de trabalho um pequeno quadro, com moldura e vidro, que traz a imagem de algumas engrenagens e a frase: “Só porque você é necessário, não significa que você é importante”, e isso me ajuda a lidar com a ilusão de que algum profissional possa ser insubstituível.

Só que tem um porém: nem todas as medidas estão ao alcance de todo mundo, e nenhuma delas pode ser adotada quando você já estiver percebendo o chefe de cara amarrada, fazendo longas reuniões com o chefe dele, e encontrar notícias na imprensa dizendo que vêm cortes por aí, e perceber que a água já está batendo pouco abaixo da cintura. Elas são mudanças de comportamento, e só terão efeito preventivo se surtirem efeito (e forem percebidas) a tempo.

Boa parte delas foi publicada em um artigo anterior por aqui em meados de 2008, mas de lá para cá a situação mundial mudou tanto, que vale a pena ver de novo ;-) Por isso, convido: veja abaixo a nova edição das dicas do Efetividade.net para que você possa dormir mais tranqüilo, com menos preocupação com uma possível demissão.

“Prepare-se para ser demitido hoje, e você não será”

A demissão pode ser uma preocupação constante de quem trabalha sob regimes jurídicos tradicionais (usualmente, empregado pela CLT), mas para todos os efeitos práticos (embora aí sob outras denominações e categorias jurídicas), aflige qualquer relação não-estável de trabalho, incluindo contratados sob regime de pessoa jurídica e até mesmo os servidores públicos comissionados. Mesmo os empreendedores estão sujeitos a ter subitamente negada a continuidade do seu negócio.

A frase “Prepare-se para ser demitido hoje, e você não será” é do Max Gehringer, e embora ela seja um pouco exagerada em sua promessa, encerra em si muito valor, já que preparar-se direito para ser demitido aumenta a sua empregabilidade, e assim aumenta a chance de o seu empregador atual permanecer interessado em você.


“Você está… demitido.“Você busca se preparar para estar demitido? Devia, pois tudo pode mudar de repente, e a forma como você vai prosseguir não dependerá de mais ninguém. Mesmo o funcionário mais exemplar da empresa pode se deparar com situações em que uma falência, fusão, aquisição ou fechamento de filial levem ao desaparecimento do seu emprego atual.

E o alvo aqui não é estar apto a não depender em nada do seu emprego atual. Estamos falando de medidas relativas, que reduzam o choque após uma eventual demissão, e facilitem a busca de uma nova colocação.

Demissão: como estar preparado

Seguindo os passos abaixo, você aumenta sua empregabilidade e a também a tranqüilidade pessoal e familiar. Mas o mais interessante é que você também pode aumentar o seu rendimento e capacidade de assumir riscos no trabalho, resistir a conflitos éticos e ao assédio moral, e desenvolver várias outras características que podem ajudar seu atual empregador a manter-se interessado em você.

Tudo isso demanda tempo, esforço e economia, mas são investimentos em você mesmo, e na sua família. E o que é melhor: são inalienáveis, pois ninguém pode tirar de você o seu desenvolvimento pessoal, uma vez alcançado. Dificilmente alguém consegue fazer tudo, a não ser que seja um super-homem ou não faça mais nada na vida (o que também não é desejável), mas você pode escolher e priorizar de acordo com suas aptidões e disponibilidades.

Vamos aos passos, começando pelo essencial:

  1. Tenha uma reserva financeira: Para este tipo de situação, investimentos de baixa liquidez (como terrenos, por exemplo) não ajudam muito. O ideal é ter condições de ter imediatamente disponíveis, ou facilmente conversíveis, recursos em dinheiro equivalentes a 3 meses do seu salário líquido, para ter segurança de que as contas continuarão sendo pagas normalmente no primeiro mês, e que um eventual aperto de cintos posterior possa ser feita com razoável grau de controle. Se você tem investimentos sem liquidez, pense em futuramente converter uma parte deles para uma alternativa como a descrita acima, mesmo que renda bem menos. Se você não tem nenhuma poupança, essa pode ser uma razão a mais para começar o fundo de reserva, e dessa vez a sério.


    Chega de desculpas

  2. Capriche na postura: tanto como líder, como na posição de integrante da equipe, lembre-se de que existem comportamentos que ajudam você a ser levado mais a sério. Mantenha a palavra, cumpra o que anuncia, saiba o limite entre a vida profissional e pessoal, não dê desculpas esfarrapadas, mantenha a postura. Desenvolva a sua influência, sem recorrer à autoridade, e saiba como não ser vítima da política do seu escritório.
  3. Mantenha atualizado seu currículo: E não é pelo motivo que você pensou: sair distribuindo currículos imediatamente no dia seguinte ao da demissão nem é algo que você deveria fazer. A razão de manter atualizado o seu currículo é que assim você fica sempre consciente sobre quais são seus diferenciais e o quanto você é um profissional atualizado. Tenho visto recentemente vários casos de profissionais que subitamente precisaram procurar emprego, e só aí percebiam que não faziam nenhum curso há 12 anos, não eram especializados em nada, não tinham experiências profissionais dignas de menção. Começar a manter atualizado o currículo pode evitar esta surpresa na hora errada, pois estimula a encontrar o que mencionar.
    É fácil melhorar o visual do currículo, também.
  4. Enriqueça permanentemente o seu currículo: continuando a dica acima, você precisa ter o que dizer no seu currículo. No trabalho, procure se envolver em projetos e atividades que mereçam ser mencionados. Na sua comunidade, participe do centro comunitário, de alguma ONG ou de iniciativas que possam tirar proveito das suas aptidões, e nas quais você possa desempenhar algum papel que faça a diferença (como bônus, assim você também pode aumentar seu networking, além do óbvio benefício de contribuir com a sua comunidade). Academicamente, faça cursos de extensão, aprenda algo que o mercado valoriza (como um idioma, informática, estatística, técnicas de vendas, resolução de conflitos, matemática financeira, ou o que for) ou dê um jeito de obter uma graduação ou pós-graduação – hoje dá para fazer isso até via Internet. Em paralelo, participe ativamente de grupos ou comunidades relacionados à sua profissão, busque contribuir com revistas ou sites da área, faça seu nome aparecer. Em suma: use os mesmos truques que quem está iniciando na carreira pode usar para dar um brilho no currículo.
  5. Fortaleça vínculos e expanda seu círculo de contatos: o chamado networking funciona bem, mas só para quem se dedica a ele também quando não está precisando, e para quem não o usa como se fosse outro nome para falsidade e interesse. Manter contato é fácil e pode ser até bastante espontâneo, envolvendo lembrar do aniversário dos amigos e mandar mensagens pessoais (nada de cartões enlatados do Orkut!), um telefonema ocasional, um e-mail a cada 3 ou 4 meses, e uma agenda de contatos bem organizada. Fazer cursos e participar ativamente da sua comunidade local e profissional são maneiras de expandir seu círculo de contatos, mas não pense que simplesmente obter uma lista com os telefones e e-mails de todos eles ao final da reunião já conta a seu favor – isso seria o equivalente a voltar do supermercado com um envelope de sementes, que só servirão para alguma coisa se você cultivá-las. Assim, você não vai se ver na situação chata de se ver sem ter a quem recorrer para obter indicações e dicas na hora em que precisar procurar trabalho, e nem vai fazer aquelas ligações que ninguém gosta de receber, de pessoas que não nos procuram há 20 anos, e só surgem quando têm um problema.
  6. Acompanhe ativamente o seu mercado de trabalho: acompanhar passivamente, lendo as notícias e mantendo-se informado, é positivo, mas não é suficiente. O ideal é acompanhar ativamente, buscando fortalecer contatos com pessoas da mesma profissão que atuem em outras empresas (do mesmo ramo ou não), parceiros, fornecedores, consultores. Se possível, seja voluntário de alguma organização de ensino ou aprendizado da sua profissão, escreva artigos para as publicações da área ou da imprensa local, participe de eventos e vá às reuniões do seu conselho ou associação profissional. Um sábio conselho, que ouvi há tempo e acredito, é que a melhor forma de obter um bom emprego é ter amigos bem empregados.


    Saiba lidar com os momentos difíceis

  7. A crise chegou: abrace os momentos difíceis: resiliência é o nome dado à característica dos profissionais que mantêm seu desempenho e capacidade de operar, mesmo nos momentos de crise. Um traço que eles têm em comum é que não vão para o canto e ficam reclamando que isso é injusto, é errado, não devia ser assim, etc. Eles encaram a mudança e buscam adequar seu papel (e suas habilidades e pontos fortes) a ela. Se sua empresa estiver passando por um momento muito complicado, e especialmente se a responsabilidade por isso não for sua, sua filial subitamente tiver que receber a carga de trabalho de outra que fechou, ou subitamente diversos recursos deixarem de estar disponíveis, e a carga de trabalho de todo mundo aumentar, não seja um dos que vão para o canto resmungar – reveja seu papel e abrace a novidade, já que ela é um fato real. E, independentemente de sua posição no organograma, busque oportunidades de liderar nos momentos difíceis.
  8. Envolva-se em atividades comunitárias na sua empresa: Se sua empresa tiver CIPA (comissão interna de prevenção de acidentes), brigada voluntária de incêndio, clube do livro ou outras atividades não-remuneradas e voluntárias, procure participar, e se possível integrar a diretoria – especialmente se não houver fricção política contra a administração da empresa. Se você fizer bem-feito e com foco na sua carreira, isso faz o seu nome aparecer localmente, abre caminhos e oportunidades, e ainda pode ser um item a mais no seu currículo.
  9. Tenha uma fonte de renda adicional na família: Existem muitas possibilidades: aluguel de um imóvel, prestação de serviços, o salário de outro familiar, revenda de produtos, dividendos e tantos outros. Nenhum é fácil de obter, mas são fatores importantes de segurança profissional, e podem ser o pára-quedas necessário na hora do aperto. Na hora de escolher seus investimentos, considere este fator quando for definir seu mix.
  10. Produza, mas também fique atento às suas atitudes no trabalho: na hora fatídica em que seu superior for chamado a reduzir em 25% a sua força de trabalho, ele não vai considerar apenas a produção de cada um, ou o quanto é importante a tarefa que cada um desempenha. Se ele for bom nisso, ele vai parar para pensar na qualidade da interação do grupo após a saída dos demais, e aí são as atitudes e a forma de se relacionar com os colegas que contam. Não é necessário se destacar como um líder, mas você deve evitar ser apagado ou detestado.
  11. Invista em uma carreira paralela: e, se possível, autônoma. Existem muitos cursos e práticas que você pode buscar para aprender a atuar profissionalmente e de forma independente da empresa que lhe emprega. Mas, faça o que fizer, não permita que a empresa o veja como um potencial concorrente, nem misture os dois mundos – o da sua “carreira solo” e o da empresa -, senão o feitiço pode acabar se voltando contra o feiticeiro, e a sua busca por segurança em uma eventual demissão pode acabar se transformando na causa dela.
  12. Cuidado com o medo: o medo da demissão às vezes leva o profissional a tomar as decisões erradas. Cautela sempre é bom, mas você precisa saber calcular riscos e assumir responsabilidades. Quem lidera precisa fazer muitas escolhas, mas quem atua em equipe também faz as suas. Esquivar-se delas, fugir à responsabilidade e buscar apenas as alternativas isentas de risco torna você um integrante preferencial na lista dos que serão descartados em qualquer corte, pois sua ausência fará pouca diferença ou falta. É melhor correr um pouco mais de riscos, bem calculados, e assim poder ser visto como peça-chave.

De brinde, trago ainda esta lista de 18 sinais de que seu emprego pode estar prestes a evaporar, publicada pelo UOL CIO.

E veja abaixo uma coleção de links para outros artigos sobre empregabilidade publicados anteriormente aqui no Efetividade.net!

o que é ??

Etíope

um país encravado no Chifre da África, é um dos países mais antigos do mundo. Oficialmente a República Federal Democrática da Etiópia é a segunda nação mais populosa da África[5] e a décima maior em área. O país faz fronteira com o Sudão e com o Sudão do Sul a oeste, Djibuti e Eritreia ao norte, Somália ao leste, e Quênia ao sul. Sua capital é a cidade de Adis Abeba.

Ancião

Homem de idade e respeito.

Ele é o ancião daquela família.

Eunuco - Eunucos na Bíblia

Jesus fala sobre três tipos de eunucos:

Porque há eunucos que nasceram assim; e há eunucos que pelos homens foram feitos tais; e outros há que a si mesmos se fizeram eunucos por causa do reino dos céus. Quem pode aceitar isso, aceite-o.” (Mateus 19:12)

Pode-se assumir que eunucos “que pelos homens foram feitos tais” são aqueles que foram castrados. Aqueles que “a si mesmos se fizeram eunucos” seriam os castrados voluntários, podendo tomar-se isto no sentido da castidade. Finalmente, aqueles que nasceram eunucos (com anomalias de virilização, embora com a presença de pênis) seriam os eunucos “naturais”; alguns argumentam[carece de fontes][fonte fiável?] que os homossexuais pertencem a esse grupo. Algumas pessoas alegam que Jesus teria dito que casamento não é para todos, e que este comentário feito por Jesus poderia significar que ele reconhece o celibato, que ele mesmo praticou, como alternativa viável.

Existem duas histórias de eunucos negros, ambos oficiais da corte real, exemplificando a ação redentora de Deus. Em Jeremias 38, um eunuco etíope salva a vida de Jeremias. Jeremias em troca traz uma mensagem de Deus para o Rei que descreve como Jerusalém será salva.

Há vários eunucos citados no livro de Ester, porque a história se passa por dentro do palácio do imperador da Pérsia, onde havia muitos eunucos.

Outro eunuco etíope, o qual seria um importante funcionário de Candace, rainha da Etiópia, é batizado por Filipe, o Evangelista (Atos 8:26-40). São Lucas conta que o eunuco estava retornando de Jerusalém e lia um texto que se encontra no capítulo 53 do livro do profeta Isaías, uma passagem profética do Messias, a qual descreve o sofrimento sacrificial daquele que foi “cortado” da terra dos viventes. O eunuco indagou Felipe se o autor estava referindo-se a si mesmo ou a uma outra pessoa. Filipe interpreta as Escrituras sobre Isaías 53 (Jesus sendo levado como ovelha ao matadouro). Então Felipe, partindo daquela passagem, anunciou Jesus ao eunuco enquanto continuavam no trajeto. Durante o percurso, o eunuco pediu que fosse batizado por Felipe assim que identificou um lugar onde havia água (provavelmente um rio). Depois disso, Felipe teve o seu corpo arrebatado para uma outra localidade e o eunuco prosseguiu no seu caminho de volta à Etiópia.

Gentios

A Bíblia também os identifica como hebreus, povo de Deus, israelitas, povo de Israel. Todas estas designações indicam o mesmo povo, os judeus. Temos alguns personagens muito famosos que eram deste povo, como Abraão, Moisés, Davi, Salomão, Jesus Cristo, Paulo, Pedro, etc.

Sendo assim, gentios são todas as pessoas que não são do povo judeu. Eu sou um gentio e provavelmente você também seja. Qualquer pessoa que não seja um judeu se enquadra como sendo parte do povo gentio. Na Bíblia o povo não-judeu é designado pelo nome de gentios.

Quando Paulo diz, por exemplo: “A mim, o menor de todos os santos, me foi dada esta graça de pregar aos gentios o evangelho das insondáveis riquezas de Cristo” (Ef 3. 8), ele está querendo dizer que foi dada a ele a graça de levar a palavra de Deus aos gentios, ou seja, aos que não são judeus.

A Disciplina, a Sorte e o Sucesso

“A disciplina é a parte mais importante para se ter sucesso!”
- Truman Capote

“Eu acredito demais na sorte. E tenho constatado que, quanto mais duro eu trabalho, mais sorte eu tenho.
- Thomas Jefferson

Quantas vezes você já ouviu a expressão: “Olha só como o fulano tem sorte… Foi promovido no trabalho!”

Quanto será que isso tem a ver com a “sorte”? Certa vez eu ouvi em algum lugar que sorte é estar no lugar certo, no momento certo. Mas isso é mentira! Não adianta estar no lugar certo na hora certa se você não estiver preparado para perceber a oportunidade e também preparado para ASSUMIR a oportunidade!

Se você quiser, pode fazer uma extensa pesquisa em livros, ou na internet, e irá perceber que em todas as estórias de sucesso da humanidade, o fator principal, na maioria das vezes, teve muito a ver com disciplina e preparação e muito pouco a ver com “sorte”.
Então, o que será que separa as pessoas que conseguem tudo que querem na vida das outras que levam uma vida medíocre, sempre se queixando e se lamentando sobre como tudo dá errado na sua vida?

Os atletas profissionais vencem provas duríssimas por diferenças mínimas, às vezes de centésimos ou milésimos de segundo, e estas diferenças são “a diferença” que fazem de alguém um campeão em determinado esporte, ganhando fama, dinheiro e prestígio. Mas será que a “sorte” teve algo a ver com estes milésimos de segundo, ou tem algo mais substancial envolvido?

Policiais de elite do mundo inteiro treinam à exaustão por horas, dias à fio para estarem sempre no máximo de seu condicionamento físico e mental para enfrentar situação de perigo de vida extremo onde um simples piscar de olho ou um centésimo de segundo de exitação pode representar a vida ou a morte para estes profissionais. Você acha que eles podem se dar ao luxo de confiar na sorte?

A receita de sucesso deles (atletas e policiais) é a seguinte: Disciplina militar, dedicação integral ao seu treinamento, senso crítico e muita, muita vontade de vencer e de se manterem vivos! Aí, quando a oportunidade de colocar em prática aquilo que treinaram incansavelmente durante meses, ou anos, eles não tem um único momento de exitação e não existe outra opção que não seja vencer. Seja o que quer que “vencer” signifique! Será que isso tem alguma coisa a ver com sorte?

Dedicação é o combustível do sucesso. É somente através de esforços consistentes e contínuos que se pode alcançar objetivos que realmente valham a pena. Thomas Edson, inventor da lâmpada elétrica, tentou por milhares de vezes, sem sucesso, fazer uma lâmpada que funcionasse. E você sabia que na verdade, o inventor da lâmpada (ou da idéia) foi um tal de Joseph Swan? Não, né? Sabe porque? Por que ele desistiu depois da quarta tentativa de produzir uma lâmpada elétrica. Já Edson continuou tentando, vez após vez, sempre com um espírito motivado e com determinação de levar até o fim o seu projeto, mesmo que outros achassem que este projeto não tinha futuro. Tanto que uma vez, depois de mil tentativas sem sucesso de fazer a lâmpada funcionar, ele foi questionado se o fato de ter fracassado mil vezes não era um indicador de que talvez ele devesse desistir. A resposta de Edson? “Mas eu não fracassei nenhuma vez!!! Eu apenas descobri mil motivos diferentes para que as lâmpadas não funcionem!” E no experimento de número 1043 ele obteve êxito. Será que foi sorte?

Certamente este exemplo de Thomas Edson nos mostra que a determinação, aliada a uma disposição mental positiva e a dedicação diária inabalável aos nossos objetivos nos traz resultados excelentes. SEMPRE!
É claro que como seres humanos que somos, algumas vezes podemos nos sentir frustrados e até mesmo desanimados por não conseguir alcançar determinados objetivos. Isso é normal e acontece com todos. Mesmo os grandes mestres da motivação tem seus momentos de frustração. Mas o importante é passar por cima destes sentimentos de fraqueza e de derrota e manter uma ATITUDE POSITIVA. Nada é capaz de quebrantar o espírito de alguém que é essencialmente positivo, pois a pessoa positiva sabe que coisas ruins acontecem para nos ensinar alguma coisa, e portanto não devem ser encaradas como obstáculos ou desgraças, mas como etapas auxiliares no nosso desenvolvimento rumo ao Sucesso.
Eu quero que fique claro que eu não sou cético com relação à sorte, mas acredito que sorte é quando a oportunidade chega e o encontra preparado. Portanto, prepare-se!
Sendo assim, nós podemos concluir que apenas através de um esforço focado e concentrado, com seriedade e determinação (o que poderia ser traduzido como DISCIPLINA) podemos alcançar nossos objetivos e FAZER nossa própria sorte.

Tudo acontece para os que esperam, mas acontece ainda mais rápido para os que FAZEM acontecer!

A bagunça é inimiga da Prosperidade


A bagunça forma-se sem que se perceba e nem sempre é visível. 
A sala parece em ordem, a cozinha também, mas basta abrir os armários para ver que estão cheios de inutilidades. 
De acordo com o Feng Shui Interior - uma corrente do Feng Shui que mistura aspectos psicológicos dos moradores com conceitos da tradicional técnica chinesa de harmonização de ambientes - bagunça provoca cansaço e imobilidade, faz as pessoas viverem no passado, engorda, confunde, deprime, tira o foco de coisas importantes, atrasa a vida e atrapalha relacionamentos.


Para evitar tudo isso fique atento às REGRAS PARA DOMAR A BAGUNÇA :

1. Jogue fora o jornal de anteontem.

2. Somente coloque uma coisa nova em casa quando se livrar de uma velha.

3. Tenha latas de lixo espalhadas nos ambientes, use-as e limpe-as diariamente.

4. Guarde coisas semelhantes juntas; arrume roupas no armário de acordo com a cor e fique só com as que utiliza mesmo.

5. Toda sexta-feira é dia de jogar papel fora.

6. Todo dia 30, por exemplo, faça limpeza geral e use caixas de papelão marcadas: lixo, consertos, reciclagem, em dúvida, presentes, doação. Após enchê-las, dê o destino apropriado.

7. Organize devagar, comece por gavetas e armários e depois escolha um cômodo, faça tudo no seu ritmo e observe as mudanças acontecendo na sua vida.



Veja uma lista de atitudes pessoais capazes de esgotar as nossas energias.


Conheça cada uma dessas ações para evitar a “crise energética pessoal”. ATITUDES QUE DRENAM ENERGIA:


1. Maus hábitos, falta de cuidado com o corpo - Descanso, boa alimentação, hábitos saudáveis, exercícios físicos e o lazer são sempre colocados em segundo plano. A rotina corrida e a competitividade fazem com que haja negligência em relação a aspectos básicos para a manutenção da saúde energética.

2. Pensamentos obsessivos - Pensar gasta energia, e todos nós sabemos disso. Ficar remoendo um problema cansa mais do que um dia inteiro de trabalho físico. Quem não tem domínio sobre seus pensamentos - mal comum ao homem ocidental, torna-se escravo da mente e acaba gastando a energia que poderia ser convertida em atitudes concretas, além de alimentar ainda mais os conflitos. Não basta estar atento ao volume de pensamentos, é preciso prestar atenção à qualidade deles. Pensamentos positivos, éticos e elevados podem recarregar as energias, enquanto o pessimismo consome energia e atrai mais negatividade para nossas vidas.

3. Sentimentos tóxicos - Choques emocionais e raiva intensa também esgotam as energias, assim como ressentimentos e mágoas nutridos durante anos seguidos. Não é à toa que muitas pessoas ficam estagnadas e não são prósperas. Isso acontece quando a energia que alimenta o prazer, o sucesso e a felicidade é gasta na manutenção de sentimentos negativos. Medo e culpa também gastam energia, e a ansiedade descompassa a vida. Por outro lado, os sentimentos positivos, como a amizade, o amor, a confiança, o desprendimento, a solidariedade, a auto-estima, a alegria e o bom-humor recarregam as energia e dão força para empreender nossos projetos e superar os obstáculos.

4. Fugir do presente - As energias são colocadas onde a atenção é focada. O homem tem a tendência de achar que no passado as coisas eram mais fáceis: “bons tempos aqueles!”, costumam dizer. Tanto os saudosistas, que se apegam às lembranças do passado, quanto aqueles que não conseguem esquecer os traumas, colocam suas energias no passado. Por outro lado, os sonhadores ou as pessoas que vivem esperando pelo futuro, depositando nele sua felicidade e realização, deixam pouca ou nenhuma energia no presente. E é apenas no presente que podemos construir nossas vidas.

5. Falta de perdão - Perdoar significa soltar ressentimentos, mágoas e culpas. Libertar o que aconteceu e olhar para frente. Quanto mais perdoamos, menos bagagem interior carregamos, gastando menos energia ao alimentar as feridas do passado. Mais do que uma regra religiosa, o perdão é uma atitude inteligente daquele que busca viver bem e quer seus caminhos livres, abertos para a felicidade. Quem não sabe perdoar os outros e si mesmo, fica “energeticamente obeso”, carregando fardos passados.

6. Mentira pessoal -Todos mentem ao longo da vida, mas para sustentar as mentiras muita energia é gasta. Somos educados para desempenhar papéis e não para sermos nós mesmos: a mocinha boazinha, o machão, a vítima, a mãe extremosa, o corajoso, o pai enérgico, o mártir e o intelectual. Quando somos nós mesmos, a vida flui e tudo acontece com pouquíssimo esforço.

7. Viver a vida do outro - Ninguém vive só e, por meio dos relacionamentos interpessoais, evoluímos e nos realizamos, mas é preciso ter noção de limites e saber amadurecer também nossa individualidade. Esse equilíbrio nos resguarda energeticamente e nos recarrega. Quem cuida da vida do outro, sofrendo seus problemas e interferindo mais do que é recomendável, acaba não tendo energia para construir sua própria vida. O único prêmio, nesse caso, é a frustração.

8. Bagunça e projetos inacabados - A bagunça afeta muito as pessoas, causando confusão mental e emocional. Um truque legal quando a vida anda confusa é arrumar a casa, os armários, gavetas, a bolsa e os documentos, além de fazer uma faxina no que está sujo. À medida em que ordenamos e limpamos os objetos, também colocamos em ordem nossa mente e coração. Pode não resolver o problema, mas dá alívio. Não terminar as tarefas é outro “escape” de energia. Todas as vezes que você vê, por exemplo, aquele trabalho que não concluiu, ele lhe “diz” inconscientemente: “você não me terminou! Você não me terminou!” Isso gasta uma energia tremenda. Ou você a termina ou livre-se dela e assuma que não vai concluir o trabalho. O importante é tomar uma atitude. O desenvolvimento do auto-conhecimento, da disciplina e da terminação farão com que você não invista em projetos que não serão concluídos e que apenas consumirão seu tempo e energia.

9. Afastamento da natureza - A natureza, nossa maior fonte de alimento energético, também nos limpa das energias estáticas e desarmoniosas. O homem moderno, que habita e trabalha em locais muitas vezes doentios e desequilibrados, vê-se privado dessa fonte maravilhosa de energia. A competitividade, o individualismo e o estresse das grandes cidades agravam esse quadro e favorecem o vampirismo energético, onde todos sugam e são sugados em suas energias vitais.




Posicionar os móveis de maneira correta, usar espelhos para proteger a entrada da casa, colocar sinos de vento para elevar a energia ou ter fontes d’água para acalmar o ambiente são medidas que se tornarão ineficientes se quem vive neste espaço não cuidar da própria energia. Portanto, os efeitos positivos da aplicação do Feng Shui nos ambientes estão diretamente relacionados à contenção da perda de energia das pessoas que moram ou trabalham no local. O ambiente faz a pessoa, e vice-versa.



A perda de energia pessoal pode ser manifestada de várias formas, tais como: o falha de memória (o famoso “branco”); o cansaço físico, o sono deixa se ser reparador; o ocorrência de doenças degenerativas e psicossomáticas. 
Para economizar energia, o crescimento pessoal, a prosperidade e a satisfação diminuem, os talentos não se manifestam mais por falta de energia, o magnetismo pessoal desaparece, medo constante de que o outro o prejudique, aumentando a competição, o individualismo e a agressividade, falta proteção contra as energias negativas e aumenta o risco de sofrer com o “vampiro energético”.


Divulgue essas dicas para o maior número de pessoas possível e mentalize que, quando todos colocarem essas regras em prática, o mundo será mais justo e mais belo. Vamos tentar melhorar nossa energia pessoal. Atitudes erradas jogam energia pessoal no lixo.

Será que está na hora de você mudar de amigos?

O homem é produto do meio em que vive” diz a sabedoria popular.
Também é fato, quer você acredite nisso ou não, que o meio é produto do homem que nele vive.
Partindo destes dois princípios, podemos falar dos nossos amigos, das pessoas que nos cercam e nos influenciam, direta ou indiretamente.
Diz a Bíblia, em 1 Coríntios 15:33 que “más associações estragam hábitos úteis“. Não estamos aqui discutindo religião, mas acredito que a maioria que está lendo este artigo concorda que as pessoas que fazem parte do nosso círculo social influenciam profundamente nossos hábitos, costumes e motivações.
O ditado “Diga-me com quem andas e eu te direi quem és” é mais do que apropriado, pois nós somos - na maioria das vezes - a média das pessoas com as quais convivemos ou mantemos vínculos de proximidade.
Algumas pessoas, quando percebem que precisam mudar seu modo de vida para alcançar aquilo que desejam, tentam mudar. Tentam de verdade! Muitas vezes querem vencer um vício, como a bebida ou o cigarro. Algumas vezes querem vencer um mal hábito, como a infidelidade ou a famosa “boca suja” (hábito de dizer muitos palavrões), mas não conseguem.
E porque não?
As pessoas querem comportar-se de maneira diferente, mas os amigos não deixam! Os “amigos” não querem que a pessoa mude. Não querem que uma pessoa que hoje é “parte do grupo” seja diferente, pense diferente ou resolva não participar mais das mesmas atividades ou “baladas”.
É importante lembrar que as pessoas não fazem isso por mal. Afinal, para elas, não estão fazendo nada demais e seus hábitos, costumes e vícios não estão causando problemas a ninguém, e “é tudo diversão”. Mas e quando VOCÊ está cansado(a) de viver a mesma vida que seus “amigos”? O que fazer para mudar, quando seus amigos não mudam? A resposta é simples, apesar de drástica: Mude de amigos!
“Mas peraí… Eu gosto dos meus amigos!” pode ser que você diga. Não há nada de errado nisso!
Acontece que se você quer alcançar novos desafios, subir novos “degraus” na sua vida pessoal ou profissional ou simplesmente mudar sua atitude em relação à vida ou a coisas em particular em sua vida, o que é mais fácil: Mudar o modo de pensar de cada um dos seus amigos para ajustá-los às suas novas aspirações e necessidades ou mudar DE amigos e estar ao lado de novas pessoas que te apoiem e ajudem a progredir na direção dos seus novos planos de vida?
O filósofo moderno Jim Rohn, diz de maneira muito sábia: “Se você não consegue mudar de amigos… Mude de amigos!” Com esta frase, o ilustre pensador deixa claro que muitas vezes, precisamos do apoio de novas pessoas, que sejam na sua média aquilo que queremos nos tornar, para conseguir nos desvencilhar das antigas influências e do nossos “amigos” de antes.
É fato que todos nós já fizemos algo na vida esperando a aprovação dos nossos amigos, ou por influência destes. TODOS NÓS, SEM EXCEÇÃO! Mas isso não precisa ser assim pra sempre. Nós podemos E DEVEMOS assumir o controle das nossas vidas. Não tem nada errado em ter amigos, nem em sair com eles, conviver com eles e querer a aprovação deles. Mas fazer disso um alvo ou um objetivo de vida pode se tornar muito perigoso para seu desenvolvimento humano.
Portanto, se você quer mudar, precisa mudar a forma como encara o mundo ao seu redor, e muitas vezes isso inclui mudar as pessoas com as quais você se relaciona. Talvez isso faça toda a diferença no seu desenvolvimento. Certamente, não será fácil, mas com o tempo, persistência e ajuda de pessoas que já estão onde você quer estar e que já conseguiram o que você quer, você conseguirá mudar de vida, de hábitos, de objetivos e certamente de amigos, caso isso seja necessário pro seu próprio desenvolvimento!
Espero que este artigo ajude a alguns de vocês a tomar decisões difíceis. Caso ainda precise de ajuda (certamente não é fácil mudar coisas grandes em nossas vidas) sugiro que leiam o excelente livro “Tudo ou Nada” de Roberto Shinyashiki. E por falar em livros, fiquem com um excelente fragmento do livro “A Carícia Essencial“, também do Roberto

Realmente, eu não sou mais como antigamente. Que bom!! 

Quando alguém inicia um processo de mudança, começa também a transformar o tipo de carícia que dá e recebe. Muitas vezes, esse processo significa mudar as pessoas do seu círculo social, ou modificar a maneira de relacionar-se com elas. 

Afinal de contas, não se deve esperar laranja de um pessegueiro - a menos que queira sofrer… 

Nesse processo é importante saber que existem outras pessoas para nos dar os estímulos de que estamos precisando. Ou mesmo, que podemos pedir um outro tipo de carícia para as pessoas que estão ao nosso redor, de uma nova maneira. 

Você sempre sabe o que esperar do outro; é uma decisão sua esperar algo que ele não tem para lhe dar. 

Portanto, esteja consciente de que sua mudança vai afetar os outros, mas não deixe que as reações dos outros sejam desculpas para você retroceder no seu crescimento. 

Você só pode ter certeza de uma companhia na sua vida; VOCÊ! Somente você está presente em sua vida, o tempo todo. Por isso, é importante que essa convivência seja muito agradável! 

Está na hora de você trocar de emprego?

  • Hoje em dia o mercado de trabalho está a cada dia mais preocupado com a lucratividade e menos preocupado com o aspecto humano dos seus colaboradores. E isso com certeza vem gerando cada dia mais insatisfação e mais dúvidas nas pessoas com relação ao papel que ocupam nas suas atuais colocações profissionais. E quando a coisa fica insuportável, como agir e o que fazer? Acompanhe abaixo algumas dicas e informações que podem ajudá-los a conseguir uma solução que atenda às suas necessidades.
  • Você alguma vez já se fez esta pergunta?

    Acredite: Você não está sozinho!
    Todo dia, milhares de pessoas se fazem esta mesma pergunta: Será que eu devo trocar de emprego? Será que eu devo procurar um outra oportunidade de trabalho num lugar diferente? Será que começando novamente, em outra empresa, as coisas serão diferentes?
    Em alguns casos, mudar de emprego, de empresa ou de carreira pode realmente ser muito benéfico e fazer uma grande diferença na vida de um indivíduo. Porém em algumas situações, por mais que façamos mudanças externas, ainda será necessário “comer muita grama” até descobrir que o verdadeiro vilão não é o patrão os colegas de trabalho. Existem momentos em que NÓS MESMOS somos nossos piores inimigos, em qualquer profissão, em qualquer empresa e em qualquer lugar.
    Assim sendo, como identificar quando a mudança de emprego, empresa ou carreira pode ou não fazer a diferença em nossa vida?
    Falando em mudanças…
    Existem momentos em que a mudança se torna essencial, ou até mesmo obrigatória.
    Hoje em dia, em muitas empresas, várias situações avessas aos funcionários fazem com que seja difícil permanecer no emprego com satisfação e motivação. Coisas como assédio moral, falta de oportunidades profissionais, salários defasados e manutenção da força de trabalho pela coação e ameaças de desemprego, o que não deixa de ser uma forma de assédio moral. Em casos como este você tem duas opções: Encarar a chefia de forma respeitosa, mas firme, e EXIGIR respeito e melhores condições de trabalho (mesmo correndo o risco de ser demitido) ou simplesmente pedir, de forma irrevogável, sua demissão.
    Quando eu digo “DE FORMA IRREVOGÁVEL” tem uma razão de ser: Se você pede demissão para “negociar” melhores condições, aumento ou algo do gênero, mais cedo ou mais tarde seu empregador irá perceber sua “estratégia” e ela deixará de funcionar. Dessa forma, ou você deixa muito claro que caso as coisas não mudem você irá pedir sua demissão ou simplesmente pede demissão e VAI EMBORA. Ficar jogando com a chefia para verificar até onde você é importante pode ser um jogo muito perigoso para seu emprego ou mesmo para sua carreira!
    Hoje em dia, todas as pessoas tem medo do desemprego. E isso é normal. Curiosamente, quanto menos capacitação profissional tem o indivíduo, mais medo ele tem de ser mandado embora. Geralmente, aqueles que pedem demissão CONHECEM seu próprio valor como profissionais e sabem que podem conseguir melhores condições, salários ou maiores desafios profissionais (que geralmente resultam em melhores salários e condições de trabalho).
    O cenário profissional mudou muito de alguns anos pra cá. Hoje em dia o mercado está cada vez mais repleto de novos trabalhadores jovens, bem capacitados e dispostos a iniciar a vida profissional ganhando menos (às vezes BEM MENOS) do que você. Isso gera sérios problemas para os empregados de algumas empresas que ficam expostos a argumentos do tipo “a fila lá fora está grande”, “emprego está difícil de arrumar”, “hoje em dia nenhuma empresa dá tantos benefícios”, entre outros argumentos baseados em medo e coação. E desta forma, a empresa vai mantendo (ou tentando manter) os funcionários quietinhos e dando graças a Deus pelo que tem, enquanto AINDA tem!
    Não obstante é importante que se diga que A EMPRESA TAMBÉM TEM MEDO DE PERDER BONS FUNCIONÁRIOS. Leva tempo para educar, treinar e capacitar um novo funcionário a assumir as funções do outro que foi embora. Às vezes leva muito tempo. E tempo é dinheiro. Ou seja: Trocar de funcionário pode ser fácil, considerando a quantidade de mão de obra disponível, mas nem sempre (ou melhor, quase nunca) esta troca é 100% vantajosa para a empresa, pelo menos inicialmente. Sendo assim, muitas vezes é mais lucrativo para a empresa atender às reinvindicações de um funcionário já em plena produção a meses ou anos do que abrir mão da produtividade deste simplesmente por não querer atender a alguns pedidos que às vezes são até mesmo simples, e que nem sempre tem a ver com dinheiro ou promoções. Algumas vezes basta “incluir” o funcionário, dando a ele maior participação nas decisões e mais autonomia e responsabilidades para que ele fique feliz e se mantenha motivado e produtivo!

    Seguem abaixo alguns dos principais motivos que levam (ou podem levar) um funcionário a pedir demissão:

    • Falta de reconhecimento profissional
    • Falta de autonomia na realização de tarefas
    • Chefia dura e inacessível
    • Chefia autoritária e rude
    • Assédio moral da chefia direta ou dos colegas com mais tempo de casa ou maiores atribuições 
    • Falta de novas atribuições e responsabilidades
    • Ambiente desigual ou desagregador
    • Excesso de competição injusta ou desleal
    • Falta de apoio da chefia para suas iniciativas profissionais – mesmo as que possam ser, comprovadamente, benéficas para a empresa
    • Excesso de trabalho
    • Horário extremamente inflexível ou grande carga horária
    • Falta de tempo para cuidar da família e da própria saúde
    • Atribuição de tarefas alheias à sua função frequentemente, desviando o funcionário de sua função principal
    • Falta de benefícios trabalhistas, como auxílio-alimentação, assistência médica, etc.
    • Salários incompatíveis com a natureza das funções exercidas, em comparação com o mercado ou com outros colegas (Cuidado ao se comparar com outros. O tiro pode sair pela culatra)

    Basicamente, estes são os principais motivos que levam alguém a pedir demissão de um emprego. Como fica claro, os motivos são uma mistura de vários “ingrediantes” que não necessariamente tem a ver com habilidades, capacidade ou formação acadêmica. Até mesmo um profissional com MBA pode sofrer de alguns (ou vários) dos males destacados acima. Se bem que, como já foi destacado antes, a medida que o profissional se torna mais “graduado” menor a chance de que ele enfrente alguns destes problemas.

    Quanto mais “alto” é o nível do profissional, mais “conceituais” são os seus problemas. Para exemplificar, enquanto o “peão” reclama de baixos salários, o Gerente reclama de falta de desafios profissionais, falta de autonomia e poder de decisão, etc. Como você pode ver, os problemas não são iguais para todos os níveis. O pessoal da “linha de montagem” reclama de necessidades mais imediatas e palpáveis, já o pessoal da “Engenharia” reclama valores intangíveis, como reconhecimento, valorização e maior autonomia.
    Isso mostra que qualquer um, do Auxiliar Administrativo Jr. ao Gerente Sr., tem motivos para pedir demissão. Mas às vezes tem muita coisa em jogo, e aí pedir demissão pode ser uma decisão que envolve muitas variáveis e que pode trazer sérios problemas ao indivíduo. Será que é possível “amortecer” o impacto de uma decisão deste calibre? Será que há a possibilidade de barganhar a continuidade da relação de trabalho sem partir pro “tudo ou nada”?
    Como “barganhar seu passe” …
    Conforme vimos anteriormente, pedir demissão pode ser uma tarefa muito traumática e se não for bem pensada pode trazer muitos transtornos ao empregado. Porém nem sempre pedir demissão é a única saída. Várias pesquisas já mostram que muitos chefes ou superiores hierárquicos nem se dão conta de que estão cometendo alguma falha com seus funcionários, até que alguém tem a coragem de chamá-los para uma “conversa séria”. Todos, até mesmo seu chefe, tem direito a defesa. Portanto, vamos ver agora como podemos expor aos nossos chefes e superiores nossas necessidades e frustrações, e como pedir melhorias no nosso ambiente de trabalho que propiciem a manutenção da nossa permanência na empresa.
    Em primeiro lugar: ANTES DE NEGOCIAR, DISTRIBUA CURRÍCULOS E FAÇA CONTATO COM SEU NETWORKING
    Uma das coisas que vai fazer você ganhar muita auto-confiança e respeito próprio é saber que tem portas abertas fora da sua empresa. Nunca deixa de fazer contatos, mesmo que seja apenas para ficar antenado com as novidades do mercado de trabalho. Participe de workshops, palestras e distribua currículos. Isso pode fazer com que você conheça muita gente boa, e reforce os laços com muitas outras. Sempre é bom saber que quando a grana da rescisão e do seguro-desemprego acabar, você terá portas onde poderá bater à procura de novas oportunidades. E sempre é mais confortável negociar quando se tem uma carta na manga
    NUNCA USE AMEAÇAS!
    Ninguém gosta de se sentir ameaçado. Você não gosta e seu chefe também não! Quando sofremos uma ameaça, passamos por uma situação ameaçadora ou quando sequer encaramos uma pessoas com uma ATITUDE AMEAÇADORA, nosso instinto ancestral dispara em nossos cérebros toneladas de agentes químicos de “lutar ou correr”. E não precisamos que nosso chefe adote nenhuma das duas posturas num momento delicado como este, não é mesmo?
    Procure conversar num dia calmo, com tranquilidade, com um tom de voz brando e respeitoso e sinais faciais e corporais que destaquem que você não é uma ameaça e não pretende confrontá-lo mas sim encontrar uma solução para um impasse comum: Você quer algo que a empresa não está te oferecendo, mas em troca você precisa mostrar à empresa como isso será benéfico para ela própria! Pode parecer politicamente incorreto, mas a empresa não quer saber dos seus problemas. Até que os SEUS problemas comecem a causar problemas para ela!

    BUSQUE ALGO QUE A EMPRESA PRECISA

    Se você conseguir encontrar uma carência que a empresa tenha e que você poderá suprir, esta é uma excelente forma de pedir algo em troca. Demonstre como o problema ou a carência que a empresa possui prejudica o bom andamento dos processos e causa prejuízos, atrasos ou qualquer outro resultado indesejável. Cuide para que o seu pedido seja compatível com aquilo que a empresa irá ganhar. Não adianta descobrir a solução para um problema de R$1000,00/mês se você pedir em troca um aumento de R$1000,00/mês!!! Seja esperto e razoável e a empresa certamente irá recompensá-lo. MAS NUNCA ENTREGUE O “OURO” SEM NEGOCIAR AS CONDIÇÕES. Coloque as “cartas na mesa” e peça para a empresa colocar as dela. Não deixa nada “às escuras” pois isso poderá custar muito caro no futuro!
    ESTEJA SEMPRE EM CONSTANTE APRENDIZADO
    Uma das coisas que as faz muita diferença para as empresas (pelo menos para muitas delas) é que o funcionário tenha constante disposição para aprender e se aperfeiçoar. Não deixe de estudar. NUNCA. Isso faz toda a diferença. Hoje em dia a internet oferece centenas de cursos online que podem dar um “upgrade” no seu currículo e diferenciá-lo do “resto” do pessoal. Educação não precisa custar muito, mas com certeza não tem preço! Não poupe esforços em manter-se atualizado. E não focalize unicamente na sua função atual. Procure ser um funcionário multi-disciplinar, capaz de realizar mais e assim com certeza você será capaz de reter sua vaga e de se tornar um profissional importante na empresa, sendo uma grande perda para a empresa abrir mão de você e dos seus talentos.

    NÃO SEJA MODESTO 

    Se você está em busca de valorização, nada pode ser mais desastroso do que a famosa “falsa modéstia”! APRENDA A DAR VALOR ÀS SUAS REALIZAÇÕES, por menores que possam parecer. Até mesmo aquela simples planilha no Excel pode se tornar uma poderosa ferramenta de apoio. Conheço pessoas que, depois de analisar o “modus operandi” do seu departamento, criaram planilhas em Excel ou bancos de dados no Access que acabaram se tornando ferramentas oficiais e INDISPENSÁVEIS do trabalho dos seus departamentos. Tão indispensáveis ao ponto do departamento parar quando o acesso aos arquivos foi, por algum motivo, negado. Ser modesto na hora de negociar seu emprego pode ser uma tática desastrosa!!! Exponha para seu chefe as suas colaborações para a empresa com o passar do tempo e como estas suas contribuições ajudaram a melhorar os mais diversos aspectos do seu trabalho, do trabalho dos colegas e das funções da empresa. ATENÇÃO: Busque sempre “feedback” dos seus colegas ou de todos aqueles que se beneficiaram das mudanças ou melhorias que você disponibilizou ou proporcionou. Com isso, você irá saber com precisão qual é o real valor daquilo que você tem feito. Porém, se você não consegue se lembrar de nada que tenha feito que possa fazer diferença na negociação ou não faz idéia de como aquilo que você faz ajuda sua empresa a crescer, então você está em péssima situação para negociar!!!

    NUNCA ACEITE A PRIMEIRA OFERTA

    Os funcionários, na sua esmagadora maioria, não conseguem sequer olhar seus superiores nos olhos.
    Que dirá negociar. O seu chefe sabe disso!
    Na maioria das vezes, basta oferecer R$200,00 a mais de salário (ou 10% a 20% de aumento) para a funcionário sair sorrindo de orelha a orelha da sala do chefe.
    A não ser que a primeira oferta do seu chefe seja exatamente o que você está reinvindicando, ou até mais, NÃO ACEITE! Isso irá lhe dar autoridade e irá desestabilizar seriamente seu chefe, obrigando-o a pensar melhor no que te oferecer. No momento em que você disser “Não!” ele irá, automaticamente, respeitá-lo por entender que você não é igual ao resto dos “afobados” que agarram a primeira esmola que lhes é jogada! E OLHE-O NOS OLHOS DURANTE TODO O PROCESSO! Se ele sentir que você está inseguro, ou com medo, ele vai dizer algo do tipo “Ah, se o que eu estou oferecendo não serve, então eu não dou nada.” e você irá perder o poder de negociar, porque ele sabe que você está morrendo de medo, e vai querer usar isso contra você!
    Muitas pessoas preferem receber melhores condições de trabalho do que simplesmente dinheiro ou benefícios. Algumas vezes, é melhor negociar sem envolver dinheiro, pois algumas das melhores possibilidades não se compram com um aumento. Por exemplo, você já ouviu falar em teletrabalho, ou trabalho em casa, ou ainda SOHOAlgumas empresas já estão negociando com seus funcionários dias de “home office” ao invés de aumentos salariais.
    É uma boa proposta para a empresa, que economiza no(s) dia(s) que o funcionário está em casa e é bom para o funcionário que pode fazer seu trabalho na tranquilidade do seu lar, sem ter que enfrentar trânsito, transporte público, correria, pode almoçar em casa de maneira saudável e pode dedicar mais tempo à família, já que estará em casa. Em alguns casos, é bastante vantajoso para o funcionário trabalhar em casa pois ele pode desenvolver algumas atividades em paralelo, desde que isso não comprometa a sua produtividade na empresa.
    Eu quero sair…
    Se você já chegou a um ponto onde não é mais interessante para você manter seu emprego ou negociar, então não tem jeito: Peça pra sair!
    Mas aí entra mais uma variável:
    Você trabalhou anos e anos no local, tem um fundo de garantia bem “gordinho”, e precisa (ou irá precisar dele) e ainda tem os 40% de multa rescisória, isso sem falar no segura-desemprego, que às vezes te tira do aperto. Se você pede demissão, você perde tudo isso… “E agora: Mostro dignidade e simplesmente saio, tento fechar um acordo com meu atual empregador ou espero ele me demitir?”
    Bem, existem casos e casos. Dessa forma, vou dar a minha visão sobre cada uma das possíveis escolhas.

    Existem momentos em que pedir demissão é como um grito de liberdade! É como se você dissesse a sua empresa que não precisa mais dela e que prefere sair a ter que olhar mais um dia que seja para a cara do seu chefe!
    Algumas vezes, pedir demissão na cara, assim mesmo na “lata” do seu chefe é uma excelente oportunidade de conseguir barganhar melhores condições de trabalho e geralmente (e também infelizmente) é nesse momento que a empresa deixa claro como você é importante para as atividades que você desempenha e como você fará falta. Pedir demissão tem um efeito devastador na cabeça da chefia, pois hoje em dia é difícil pessoas que entram no escritório do chefe e dizem: “Fulano, estou indo embora!”
    Além disso, o pedido de demissão pode servir de instrumento de vingança contra uma chefia autoritária e grosseira. Caso o RH da empresa pergunte o porque da sua saída tão repentina, é uma excelente oportunidade para desmascarar aqueles chefes que são verdadeiros crápulas. E o RH agradece.
    De qualquer forma, pedir demissão sempre demonstra que você está no controle da situação. É bem melhor ter uma carteira de trabalho com vários pedidos de demissão do que com várias demissões sem justa causa. Para o seus futuros possíveis empregadores, a impressão transmitida em ambos os casos é completamente diferente: No primeiro caso, a mensagem transmitida é clara: EU CONTROLO O DESTINO DA MINHA CARREIRA. No segundo caso, a mensagem também é clara: EU NÃO CONSIGO ME AJUSTAR EM NENHUMA EMPRESA!
    Mesmo assim, como vocês devem saber, ao pedir demissão, você deixará de receber uma grande parte da sua rescisão e não poderá sacar seu fundo de garantia nem receberá seguro-desemprego. Sendo assim, caso a sua chefia não seja exatamente o motivo da sua demissão, você poderá optar por um caminho intermediário…
    FAZER ACORDO DEMISSIONAL
    Este é o meio termo. Caso as suas necessidades não estejam sendo satisfeitas, vcê pode pedir pra ser mandando embora. Esta é uma opção cada vez mais comum entre os profissionais das mais diversas áreas. Com esta opção a empresa o beneficia pela última vez, dando-lhe acesso ao fundo de garantia (que às vezes vale o sacrifício de ter que pedir “arrego” à chefia) e ao seguro-desemprego também. Mas lembre-se: Sua empresa pode (é direito dela) se negar à demití-lo, mesmo por acordo. Assim como você pode blefar, ela também pode se negar a atender suas reinvindicações e dizer que, caso você esteja insatisfeito, que se demita. É claro que a empresa espera que você não se demita, mas é claro que ela irá forçar a situação para que você faça isso, não porque se queira realmente que você o faça, mas simplesmente para testar até onde suas solicitações eram importantes para você.  É um jogo!

    Sendo assim, é importante que você “facilite” as coisas para que a empresa possa abrir mão de você. Aqui vão algumas dicas:

    • Não sonegue informação. Deixe todos saberem como você faz o seu trabalho. Ensine a qualquer um como realizar suas tarefas.
    • SIMPLIFIQUE suas rotinas. Torne-se duplicável.
    • Procure, na medida do possível, evitar o acúmulo de novas responsabilidades e tente delegar o máximo possível delas para outros colegas
    • Tire férias: Isso irá mostrar ao seu empregador que a empresa funciona bem sem você 
    • Tenha certeza que, no final do seu dia, todo o seu trabalho estará concluído. E mantenha este ritmo todos os dias
    • Deixe seus colegas de trabalho mais próximos cientes das suas atividades.
    • Treine alguém (de preferência um funcionário mais jovem ou recém chegado na empresa) para assumir suas funções, mas não o alerte sobre isso. Faça isso “em silêncio”

    Com estas dicas simples você tornará muito mais fácil para a empresa a decisão de dispensá-lo. Sabendo que suas funções e atribuições podem ser assumidas por outra pessoa imediatamente é simplesmente uma decisão política fazer ou não o acordo com você. E assim você já entra no “jogo” com algumas boas “cartas na manga”. Mas e se a empresa simplesmente não quiser mesmo ajudá-lo. Existem empresas que tem como política padrão não fazer acordos. Nestes casos, como é possível “demitir-se sem pedir demissão”? Simples: Provoque a sua demissão! 

    PROVOCAR SUA DEMISSÃO
    Agora nós estamos entrando numa área perigosa do nosso artigo. Não sou favorável a atitudes anti-éticas e desleais, mas sou ainda menos favorável à escravidão trabalhista e abusos de poder por parte de algumas empresas e chefias. Sendo assim, em alguns momentos, o texto abaixo pode parecer anti-ético mas na verdade é apenas uma pequena compilação de truques LEGAIS para que o seu empregador não tenha outra opção a não ser dispensá-lo. MAS CUIDADO: As vezes a diferença entre o remédio e o veneno é uma simples questão de dose!!! Não exagere, ou você pode conseguir ser demitido, POR JUSTA CAUSA!

    Seguem abaixo algumas dicas que irão tornar quase impossível sua permanência na empresa:

    • Seu chefe liga para você no seu celular? DESLIGUE-O OU NÃO ATENDA MAIS QUANDO FOR DA EMPRESA! Caso você não saiba é um direito seu não atendê-lo e a lei lhe dá amparo. Se ele perguntar diga com firmeza e olhando-o no olho: Sr. “Fulano” não me leve a mal, mas o telefone é meu, particular, e eu tenho o direito de atender – ou deixar de atender – quem eu quiser. Caso o Sr. queira falar comigo no celular, peça para que a empresa providencie uma linha corporativa, que certamente será atendida dentro do meu horário de trabalho.” Isso vai deixar seu chefe furioso, mas ele vai ter que engolir, porque a lei te dá este direito! Mas isso não quer dizer que ele não vai ficar esperando uma hora pra se vingar…
    • Deixe cópias do seu currículo sobre a mesa de vez em quando. Isso irá provocar perguntas, que NÃO DEVEM SER RESPONDIDAS! Se alguém soltar um “Ué… Está fazendo currículo???” Responda simplesmente: “Pois é, né… Não podemos nos deixar engessar… Temos que estar sempre em busca de oportunidades…” Isso certamente vai cair no ouvido do seu chefe!
    • Se seu chefe for do tipo que grita e gosta de humilhar os funcionários, imprima artigos sobre assédio moral (como este, este e este outro aqui) e deixe sobre sua mesa, com uma cópia da CLT e um cartão (ou mais de um) de um escritório de advocacia trabalhista ou de algum advogado trabalhista. Isso é devastador!!! Com certeza, assim que seu chefe ver este material as coisas vão tomar outro rumo! OBS: Distribua cópias para os funcionários da empresa. Esta é a gota d’água!!!
    • Se a empresa tiver um departamento de RH, pergunte “como quem não quer nada” como a empresa lida com casos de assédio moral e que tipo de ação deve tomar o funcionário que estiver se sentindo vítima de assédio moral por parte da chefia. Se alguém perguntar porque, a resposta padrão é “só quero saber como a empresa vê este tipo de situação e como ela prevê proteção às vítimas deste tipo de crime. Só isso!” Qualquer coisa além disso pode lhe prejudicar muitíssimo!!! Assim que isso bater no ouvido do seu chefe, seu destino estará traçado 
    • Deixe um colega fofoqueiro e desleal saber que você pensa em pedir demissão. Isso funciona muito bem caso seu chefe tenha inteligência emocional zero! Ele vai levar pro lado pessoal e vai querer, ele mesmo, demití-lo. Afinal, ele tem a necessidade de se sentir “no controle” da situação.
    • Comece a discordar de forma dura, MAS RESPEITOSA, da forma como as coisas são feitas. Torne-se um questionador. Pergunte sempre. Torne a expressão “Por que?” parte do seu vocabulário diário. Caso seu empregador resolva gritar ou tomar qualquer atitude grosseira, faça o seguinte discurso na frente dos colegas: “Olha, Sr. Fulano, minha intenção aqui é obter o máximo possível de informações para fazer meu trabalho de forma digna e eficiente. Não tenho a intenção de questionar seus métodos ou motivos. Quero apenas ter a visão mais ampla possível para evitar erros estúpidos oriundos da falta de informações. Será que o Sr. poderia colaborar e me dizer PORQUE quer… ” Se este discurso for bem feito, na hora certa e na frente das pessoas certas, sua demissão será no mesmo dia!
    • Falte ao trabalho e vá passear com seus filhos ou sua esposa. Não dê satisfações e desligue o telefone. É um direito seu faltar, mas não abuse deste recurso! E saiba que será descontado. Se seu chefe lhe perguntar porque você faltou, diga que foi resolver problemas particulares e não diga mais nada. Essa técnica funciona muito bem com aquela dos currículos sobre a mesa. Porém lembre-se de sempre agir respeitosamente, mas não de forma submissa. Respeito é uma coisa. Medo é outra!
    • Comece a produzir o mínimo necessário para justificar o pagamento do seu salário. Pare de correr! Se você era um cara que resolvia 10 problemas ao mesmo tempo, passe a serializar os problemas. Dependendo do seu histórico, se você era muito “vibrador”, essa queda na velocidade das soluções será notada rapidamente.
    • Comece a dizer “NÃO” com mais frequência. Qualquer coisa que for pedida que estiver além das suas atribuições formais de trabalho deverá ser respondida com um breve e seco “NÃO”. Sem explicações e sem arrependimentos.
    Com estas atitudes, certamente duas coisas podem acontecer. A primeira, e NESTE CASO esperada, é que você seja demitido. A segunda, que dependendo da situação não é de todo ruim, é que você seja chamado para conversar sobre suas atitudes e aí pode ser uma oportunidade, caso você queira, de fazer “bons negócios” tendo em vista que se a empresa se deu ao trabalho de te chamar pra conversar é que você deve ter algum valor além de simples mão de obra. Não deixe esta chance passar. Se isso acontecer, tenha de antemão uma lista de reinvindicações pronta à mão e não economize nas exigências. Coloque na lista alguma “gordura” para negociar com uma boa margem de “lucro”. Por exemplo, digamos que você quer maior autonomia, acesso à internet sem restrições e monitoramento e alguns cursos para melhor desempenhar seu papel gerencial, o que é um excelente investimento para a empresa, afinal você está pedindo – em último caso – que ela invista nela própria. 
    Vamos montar uma lista de pedidos: 
    • Computador novo
    • Redução do horário de trabalho em 2 horas por dia
    • * Acesso irrestrito à internet
    • * Cursos (online ou não) de gerencia ou liderança
    • * Maior autonomia para tomar decisões em nome da empresa
    • Participar de todas as reuniões que digam respeito à sua área de responsabilidade
    Como vocês puderam perceber, apenas os itens iniciados com asterisco são o que você REALMENTE quer. Os outros itens são “gordura”: Se você conseguir, ótimo. Caso contrário, nenhum problema, pois não era isso mesmo que você estava buscando e os itens só estavam na lista para servir de moeda para negociação. O mais importante de tudo é que você precisa saber COMO NEGOCIAR, mas isso é assunto para um outro artigo. Só tenha em mente o seguinte: A empresa só liga para o que é importante PARA ELA mesmo que isso beneficie você. Dessa forma, cada um dos itens da lista acima deve ser apresentado como uma vantagem para a empresa, não para você mesmo. Pelo menos não diretamente.
    Ok, mas minha dúvida permanece: Devo sair da empresa?
    Uma coisa é certa: Não adianta querer mudar a empresa. É mais fácil e mais sábio mudar DE empresa!
    Mesmo assim, tenha em mente que mudar de empresa pode ser ótimo, e também pode ser péssimo!
    Algumas vezes, pequenos “arranhões” no dia-a-dia nos fazem achar que nossa empresa já não é tão boa, quando na verdade a EMPRESA é ótima, e o que falta é apenas um pouco de sinceridade e de conversa franca com sua chefia.

    Eu conheço casos em que funcionários estavam prestes a pedir demissão por causa de vários episódios seguidos de assédio moral. Quando o empregado foi conversar com o chefe sobre o assunto, o chefe ficou extremamente constrangido, pois para ele, aquilo era normal!!! Na cabeça dele, era tudo brincadeira! Os apelidos, as sacaneadas, os “esculachos”, as ligações em horas impróprias para o celular do funcionário perguntando onde fica o atalho do Internet Explorer… Tudo! Quando o empregado foi ter uma conversa séria, SOMENTE ENTÃO o chefe entendeu que o comportamento dele era encarado por alguns como abusivo, E MUDOU COMPLETAMENTE!

    Às vezes (muitas vezes) conversar de maneira séria com a chefia resolve um caminhão de problemas! Dê às pessoas o benefício da dúvida. Lembre-se de que provavelmente você, alguma vez na sua vida, já deve ter sido taxado por alguém de algo que você não é, simplesmente porque a pessoa não teve tempo para conversar com você e conhecê-lo melhor, não é mesmo? Da mesma forma, dê ao seu chefe e a sua empresa o benefício da dúvida. Antes de julgar ou ir direto ao RH com sua carta de dispensa na mão, tente o bom e velho diálogo. Às vezes, isso é o suficiente para mudar totalmente, e para melhor, sua vida dentro da sua empresa atual!
    Porém, se você já conversou com seu chefe, já tentou acordos, já pediu de maneira adequada para ser respeitado, e mesmo assim as coisas não estão bem, é porque realmente está na hora de tomar uma decisão. Mas antes de qualquer coisa, não esqueça: NÃO ENTREGUE O SEU RESPEITO!
    Um abraço a todos vocês.
    Este artigo também pode ser encontrado nos meus documentos compartilhados e no meu blog Universidade do Sucesso 

    Precisa saber Orientação a Objeto, PHP, MySql,

    Precisa saber Orientação a Objeto, PHP, MySql,

    Jquery

    é um framework de Javascript.

    Um framework, de forma bem resumida, é uma coleção de funções e métodos prontos para serem utilizados, amplamente testados e que devem ser usados de forma pré-definida para tudo correr bem.

    Em alguns casos um framework chega a ser um estilo completamente novo de programar em certa linguagem, no caso do Javascript, o jQuery é, sem dúvida, um estilo novo, atrativo, fácil e interessantíssimo de programar.

    E onde eu uso isso?

    Você pode usar o jQuery para fazer praticamente qualquer efeito legal, ou requisições em AJAX ou até mudanças na página após o seu carregamento.

    Para poder utlizar o jQuery você precisa sempre inserí-lo no seu HTML

    CSS.

    O Cascading Style Sheets (CSS) é uma “folha de estilo” composta por “camadas” e utilizada para definir a apresentação (aparência) em páginas da internet que adotam para o seu desenvolvimento linguagens de marcação (como XML, HTML e XHTML). O CSS define como serão exibidos os elementos contidos no código de uma página da internet e sua maior vantagem é efetuar a separação entre o formato e o conteúdo de um documento.

    Por que o CSS foi criado?

    Com a evolução dos recursos de programação as páginas da internet estavam adotando cada vez mais estilos e variações para deixá-las mais elegantes e atrativas para os usuários. Com isto, linguagens de marcação simples como o HTML, que era destinada para apresentar os conteúdos também precisou ser aprimorada.

    O que é XML?

    XML, do inglês eXtensible Markup Language, é uma linguagem de marcação recomendada pela W3C para a criação de documentos com dados organizados hierarquicamente, tais como textos, banco de dados ou desenhos vetoriais. A linguagem XML é classificada como extensível porque permite definir os elementos de marcação.

    Linguagem de Marcação?

    Linguagem de marcação é um agregado de códigos que podem ser aplicados a dados ou textos para serem lidos por computadores ou pessoas. Por exemplo, o HTML é uma linguagem de marcação para organizar e formatar um website, já o XML tem o mesmo conceito, mas para padronizar uma sequência de dados com o objetivo de organizar, separar o conteúdo e integrá-lo com outras linguagens.

    Principais Características do XML

    O XML traz uma sintaxe básica que pode ser utilizada para compartilhar informações entre diferentes computadores e aplicações. Quando combinado com outros padrões, torna possível definir o conteúdo de um documento separadamente de seu formato, tornando simples para reutilizar o código em outras aplicações para diferentes propósitos.

    Portanto, uma das suas principais características é sua portabilidade, pois, por exemplo, um banco de dados pode escrever um arquivo XML para que outro banco consiga lê-lo.

    Aplicações

    Alguns dos propósitos do XML são: auxiliar os sistemas de informação no compartilhamento de dados (especialmente via internet), codificar documentos e inserir seriais nos dados comparando o texto com o de outras linguagens baseadas em serialização.

    Desejável conhecimento em Java:

    JSF

    O que é JSF ?

    Basicamente JavaServer Faces ou simplesmente JSF, é um framework que permite a elaboração de interfaces de usuário web colocando componentes em um formulário e ligando-os a objetos Java permitindo a separação entre lógica e regras de negócio, navegação, conexões com serviços externos e gerenciamento de configurações. Seu ponto forte é um grande número de componentes e um design muito flexível o que permitiu que este framework crescesse muito acomodando novas tecnologias.

    O JSF possui as seguintes partes:

    • Um conjunto de componentes pré-fabricados de IU (interface de usuário)
    • Um modelo de programação orientado a eventos
    • Um modelo de componentes que permite a desenvolvedores independentes fornecerem componentes adicionais

    O JSF possui componentes simples como input e botões e outros componentes sofisticados como tabelas de dados e árvores, porem o mais importante talvez seja o fato de integrar o padrão Java EE e estar incluído em cada servidor de aplicação Java EE, podendo facilmente ser adicionado a um container web.

    EJB3,

    Gregory, o EJB (Enterprise JavaBeans) surgiu como solução Java para aplicações distribuídas, ele é quase que um sistema dentro de um sistema, ele tem um container próprio dentro do AS que trata a gerência do EJB, assim como a Segurança, Persistência de Dados (agora desacoplada), etc… É nele que ficam as regras de negócio de sua aplicação EE…

    Com o EJB 3 vc pode ter suas regras em um servidor compartilhado e fazer com que várias (ou todas) as suas (e de terceiros) aplicações, usem seu Sistema para obter informações do seu negócio, gerando assim pouco acoplamento de funcionalidades dentro de sua aplicação e em consequência, maior reusabilidade de seu código…

    Te recomendo comprar um livro e dá uma pesquisada legal, de repente não é o que vc está precisando agora, muito cuidado ao decidir que tecnologia utilizar. Podes também dar uma pesquisada sobre o Framework JBoss Seam, que facilita a tua vida e cria uma ponte legal entre o JSF e o EJB

    JPA, JTA

    e outras tecnologias utilizadas em desenvolvimento para web.

    Moisés e Josué

    Por Ana Lucia Santana

    Moisés é um dos personagens mais importantes do Antigo Testamento, o líder que representa uma divisão de águas na história bíblica. Antes da vinda de Jesus, foi o profeta mais importante – assim considerado até mesmo entre os muçulmanos -, membro da Tribo de Levi. Segundo as crenças hebraicas e cristãs, os cinco livros iniciais do Antigo Testamento – o Pentateuco – são de autoria de Moisés.Na época do seu nascimento, narrado no Êxodo 2, o faraó do Egito, que mantinha os judeus como escravos, tinha promulgado uma lei que condenava à morte todos os filhos do sexo masculino nascidos de hebreus. Na tentativa de salvar sua vida, seus pais o ocultam durante três meses, depois, sem maiores perspectivas, eles o acomodam em uma cesta de juncos, depositando-a nas águas do Rio Nilo. O menino é então encontrado justamente pela filha do Faraó, adotado e educado por ela no seio da corte, para que se torne um príncipe. Em sua alma, porém, ele permanecia conectado aos anseios e ideais de seu povo, o que o levou a matar um administrador egípcio que feria deliberadamente um escravo judeu. Perseguido como traidor por este crime, aos quarenta anos ele foge para se salvar da morte. Neste momento ele se refugia entre as montanhas de Mídia, próximas ao Golfo de Acaba.

    Moisés, neste período, entra na segunda etapa de sua jornada. Diante do deserto e da carência de recursos materiais, ele se torna pastor de ovelhas de Hobabe, seu futuro sogro, prenunciando seu destino de guia de um outro rebanho, o do povo escravizado que ele tem como missão libertar do jugo egípcio. Quarenta anos depois, após um longo e árduo aprendizado, tempo durante o qual chegou a esquecer a língua egípcia e a hebraica, pois habitava entre os midianitas, ele estava finalmente pronto para assumir sua missão entre os hebreus, adentrando assim na terceira fase de sua existência. O futuro líder teve então a visão que mudou definitivamente sua vida – ele viu uma sarça, planta espinhosa parente da roseira, ardendo em chamas no monte Horebe, e percebeu que, apesar do incêndio, ela não era destruída. Atento, ele se aproxima do local e então Deus se dirige a ele, chama-o pelo nome e designa aquele local como uma Terra Santa, na qual ele deveria pisar com os pés descalços. Finalmente, a presença divina revela a Moisés seu papel como libertador do povo hebraico.

    O profeta cumpre o seu papel, resgata o povo aprisionado e o guia até os limites de Canaã, a Terra Prometida. No Monte de Horebe, Península do Sinai, no mesmo lugar em que recebeu a primeira revelação, ele tem uma nova visão e recebe das mãos divinas a mensagem dos Dez Mandamentos, supostamente escritos pela chama sagrada. Posteriormente suas leis são desenvolvidas, passando a contar com aproximadamente 600 normas, que são conhecidas como Leis Mosaicas, exceto pelos judeus, os quais acreditam que estas regras são orientações divinas, concedidas ao povo israelita por meio de Moisés. No caminho dos hebreus para a Terra Santa, o faraó tentou impedir a fuga, quando então ocorreu o famoso episódio do Mar Vermelho – as águas pretensamente se separam, abrindo uma passagem para que os hebreus possam fugir, e depois se fecham sobre os egípcios que se atrevem a atravessá-lo, afogando-os. Mas este não é o único nem o maior obstáculo enfrentado por Moisés, que é obrigado a enfrentar a incredulidade de seu povo, que diante das primeiras dificuldades deserta da crença em Deus e passa a adorar ídolos de ouro e de prata. Mas Deus, através de sinais, convence finalmente seu povo e, após uma jornada de quarenta anos – que deveria ter se resumido a dois anos, mas se prolongou em conseqüência da falta de fé dos hebreus -, eles finalmente atingem a Terra Prometida. Moisés, então com 120 anos, apenas tem a oportunidade de vislumbrar Canaã, sobre o Monte Nebo, em Moabe, e depois desta visão tão esperada ele morre, deixando a liderança de seu povo nas mãos do seu sucessor, Josué. Esta jornada, do ponto de vista cristão, prenuncia a vinda de outro profeta, o Messias prometido, Jesus Cristo, que libertará o povo não apenas do jugo material, mas da submissão aos pecados.

    A oração dos 7 passos

    Uma forma prática para crescer na vida de oração

    Por incrível que pareça é cada vez mais comum as pessoas do nosso tempo buscarem alguma forma para entrar em contato com o “ser superior” (como alguns chamam). Esse Ser Superior, para os cristãos e a maioria da humanidade, se chama “Deus”! Ele traz um profundo desejo de estar cada vez mais próximo de você e de conversar com você. Um dos meios mais comuns para entrar em contato com o Senhor se chama: “oração“. Porém, a maioria das pessoas sente muita dificuldade para orar e costuma dizer:


    1. “…não sei o que é isso direito…”

    2. “…não sei como começar isso…”

    3. “…até sei começar, mas logo paro de rezar (orar)…” [inconstância]

    4. “…só rezo (oro) quando passo por dificuldades…”

    5. “rezo (oro), sim, mas do meu jeito…”

    6. “rezo (oro) sempre, em todo lugar… (na maioria das vezes uma desculpa de que ainda não aprendeu a orar direito).

    Então, para tentar resolver alguns desses problemas, quero mais do que ficar dando explicações teológicas sobre oração. Vou lhe mostrar uma forma muito fácil e prática para você aprender a orar, a ter constância e crescer no relacionamento com esse “Ser Superior”, a quem chamamos de Deus. Prepare-se, vamos aprender a “Oração dos 7 Passos“.

    1° Passo:

    Determine um lugar para você orar, esse será o seu “cantinho de oração”; nada daquela história de “oro no ônibus”, “no caminho para a escola”, claro você também pode fazer isso nestes momentos, mas Deus é Pai e não quer que você fique só com “lanchinhos”, entende? A oração pessoal deve ter lugar próprioo porque é refeição completa! Você precisa de um lugar no qual as pessoas não o fiquem atrapalhando ou o interrompendo, estamos em busca de um lugar que lhe proporcione intimidade. Existem muitas opções: uma capela (igreja), um lugar mais afastado da casa, um quarto, etc. Agora descubra o seu lugar de oração!

    2° Passo:

    Geralmente estamos acostumados a orar (rezar) enquanto sentimos vontade de orar (rezar), mas aprendi que “sem disciplina não há santidade” e poderia dizer mais: “sem disciplina não há intimidade”, por isso existem dias em que você ora (reza) muito tempo e outros em que você não quer rezar (orar) nada, e diz: “estou sem vontade”… “estou cansado”… “com sono”… “foi muito corrido o dia”; e por aí vai. Por isso você precisa determinar quanto tempo você vai dar para Deus por dia, talvez para alguns fique fácil de entender assim: é como um dízimo do tempo, pense quanto tempo você deu para a internet? Para a TV? Para os amigos? Para a família? Para o trabalho? Etc. E para Deus? Quanto tempo você tem? Uma dica e uma regra, primeiro a dica: nunca comece com muito tempo, é como na academia: vá devagar no começo (10 minutos?) e depois vá aumentando; e a regra: o tempo sempre pode aumentar, mas nunca diminuir! O importante para Deus não é quantidade, mas o amor com que você reza (ora) e não importa se está cansado ou coisa do tipo; o Senhor o aceita mesmo assim! Não tem desculpa. E aí? Quanto tempo vai dar para Deus? Ah! Escolha também o melhor horário do dia (manhã, tarde, noite ou madrugada?).

    3° Passo:

    Rezar (orar) um Pai-Nosso e uma Ave-Maria. O Pai-Nosso foi a oração que Jesus nos ensinou (Mt 6, 9-13), nela vamos encontrar grandes ensinamentos que o Senhor nos deixou; e também a Ave-Maria, pois, quando recitamos essa oração, realizamos uma profecia bíblica, você sabia? Veja o que a Bíblia diz em Lucas 1, 48: “…Sim, de agora em diante todas as gerações me proclamarão bem-aventurada”. A maior proclamação que ela é “bem-dita” na verdade é feita pelo próprio Deus, o Anjo Gabriel, disse: “Ave Maria, cheia de Graça, o Senhor é convosco” (Lc 1, 28). Recitar a Ave-Maria é fazer eco da voz de Deus no tempo que se chama hoje; e na segunda parte: “Santa Maria mãe de Deus, rogai por nós, pecadores, agora e na hora da nossa morte, amém”. Não há nada de errado também; que ela é santa todo o mundo sabe, nós a chamamos de Mãe de Deus somente porque Jesus é Deus e, no fim, pedimos que interceda por nós, mais ou menos como muitas pessoas fazem pedindo uns aos outros oração. Fique tranquilo, pode rezar (orar) sem medo.

    4° Passo:

    Chegou a hora de louvar, isso significa agradecer. Neste momento você deve ir se lembrando de tudo o que você passou neste dia ou no dia anterior, ou até mesmo lembranças que vierem à sua mente neste momento, pode agradecer a Deus, pode fazer mais ou menos assim: “Senhor, eu Te louvo, porque hoje eu abri meus olhos e vi as nuvens no céu, elas estavam lindas. Senhor, eu Te louvo, porque hoje não me faltou o alimento, Te louvo porque sei que estás sempre ao meu lado. Eu Te louvo por tudo… por aquilo que foi bom e por aquilo que ainda não foi bom…”.

    5° Passo:

    Todo o mundo erra, não é verdade? Então vamos pedir perdão ao Senhor por todas as coisas que fizemos e não foram muito legais, um dia li no Evangelho que Jesus chorava (cf. Lc 19,41), Ele chorava porque os pecados que aquelas pessoas cometiam não machucavam somente elas mesmas, mas machucavam também o Seu Coração… E o mesmo Jesus que as amava o ama também. Por isso, vamos pedir perdão ao Senhor pelas vezes em que erramos e fizemos aquilo que não deveríamos fazer; pode começar assim: “Senhor, me perdoe… hoje eu menti, tive vergonha de assumir a verdade. Senhor, me perdoe também quando fiquei com muita raiva daquela pessoa… Senhor, perdão…”.

    6° Passo:

    Agora é o mais fácil: chegou a hora de pedir, fazer a sua prece, seus pedidos. Uma dica: você pode começar pedindo pelos outros e deixar para o fim os seus pedidos pessoais. Quando fizer os seus pedidos lembre-se disso: “A confiança que depositamos nele é esta: em tudo quanto lhe pedirmos, se for conforme à sua vontade, Ele nos atenderá” (I Jo 5,14)

    .

    7° Passo:

    Oração é diálogo, é conversa, e em uma conversa sempre existe a hora de ouvir; portanto, chegou a hora de ouvir. Hora de ouvir a Deus, talvez pense: “Nossa! Isso é muito difícil…” Não é não! Vou lhe mostrar: você tem Bíblia? Se não tiver é bom comprar uma, se perdeu é bom achá-la (risos). E se você estiver lendo esse texto no computador é só procurar no Google (ou outro buscador) por “Bíblia”, se quiser tem uma versão em pdf. Então pegue sua Bíblia e leia (ouça… risos) uma parte qualquer e depois em silêncio. Deixe ressoar dentro de você a “Voz de Deus”, viu como é fácil? Uma dica: se você está começando a ter contato com a Sagrada Escritura agora, então comece pelo Novo Testamento, é uma linguagem mais próxima da nossa ou então pelos Salmos, também será um bom começo e quando não entender alguma coisa, procure pessoas que realmente o ajudem e não o deixem mais confuso (a).

    Pronto! Agora você já pode ter uma vida de oração constante, seja fiel, se marcou um lugar e uma hora, então você tem um encontro: “Um encontro com Deus”. Não falte, tenha certeza: Ele não vai faltar! Não pare de caminhar, esses simples 7 passos vão levá-lo ao Céu!

    Orar com música também é muito bom.

    Nossa Senhora de Guadalupe, Senhora do Céu…

    Nossa Senhora de Guadalupe

    Guadalupe.jpg (59589 bytes)

    Imagem de Nossa Senhora de Guadalupe

    Leia também : “Resposta às críticas feitas ao milagre da imagem de Nossa Senhora de Guadalupe”

    A história- O índio Juan Diego, cujo nome asteca era Cuauhtlatohayc, nasceu em 1471, perto da cidade do México, na aldeia de Cautitlán, pertencente aos índios Mazehuales.

    Era então Arcebispo da cidade do México, Dom Juan de Zumárraga, franciscano basco. Era o segundo bispo da Nova Espanha.

    Conforme a lenda e tradição, no Sábado, 9 de dezembro de 1531, pelas seis horas da manhã, quando o índio Juan Diego se dirigia de sua aldeia para a de Tolpetlac para assistir uma função religiosa na missão franciscana de Tratetolco, ao chegar ao monte Tepeyac, às margens do lago Texcoco, viu uma jovem de uns 15 anos, que lhe ordenou ir falar com o Bispo a fim de pedir-lhe que construísse um templo no vale próximo.

    No mesmo dia a tarde por volta das 5 horas da tarde, Juan Diego vê novamente a jovem, lhe relata a incredulidade do bispo e pede que escolha outro mensageiro.Porém a jovem insiste em sua missão de ir ter novamente com o bispo e pedir a construção do templo.

    No dia seguinte, Domingo 10 de dezembro, 3 horas da tarde, Juan Diego fala novamente com o bispo, que ainda não acredita e pede algum sinal. Pela terceira vez a jovem lhe “aparece” e ordena a Juan Diego que volte ao monte no dia seguinte para receber o sinal pedido pelo bispo.

    Entretanto, no dia seguinte, Juan Diego, não vai ao monte devido a doença de seu tio Juan Bernardino. Na madrugada do dia 12 de dezembro, terça-feira, devido a gravidade da doença de seu tio, Juan Diego sai de sua aldeia para buscar um sacerdote, e rodeia o monte para não encontrar a virgem. Porém, mesmo assim ela lhe “aparece”, fala que seu tio ficará curado, e pede que vá ao monte buscar rosas que seria o sinal. Ao seu regresso, a virgem diz: Estas diferentes flores são a prova, o sinal que levarás ao bispo.Diga-lhe que veja nelas meu desejo, e com isso, execute minha vontade.

    Ao mesmo tempo que Juan Diego encontra a jovem, ela “aparece” também a seu tio doente, cura instantaneamente suas enfermidades e manifesta seu nome: “Sempre Virgem Santa Maria de Guadalupe”.

    No dia 12 de dezembro, após a quarta “aparição”, Juan Diego leva em seu poncho, como prova, rosas frescas de Toledo(e isto em pleno inverno mexicano). Já na casa do bispo, por volta do meio dia, na hora que abriu o poncho(ayate) onde estavam embrulhadas as flores, estava a imagem: “A Virgem de Tequatlaxopeuh”. A mesma que hoje se venera na Basílica de Guadalupe.

    Proporções do poncho- A imagem estampada é de 143 cm de altura. Aparece uma jovem morena, aparentando 18a 20 anos e trajando um vestido comprido. O poncho, chamado de ayate, é composto de três lados e confeccionado de cacto, chamado “maguey”, grosseiramente confeccionado, assemelhando-se a um saco de estopa. Cada lado mede perto de 50 cm de largura. Ocupando dois desses lados está desenhada a imagem da jovem. O terceiro lado está dobrado para detrás das outras.

    Exames científicos- Em 1966 reuniu-se uma comissão de sete pintores, os mais famosos de então, que após um estudo demorado, deram seu parecer sobre o desenho do ponche, perante escrivães e dignatários.

    Em 1751, Miguel Cabrera, chamado também de “Miquelângelo mexicano” e mais três outros pintores de renome voltaram a realizar novos estudos sobre a pintura. Desde então, repetidamente, vem sendo realizado este trabalho científico, cada vez com meios mais adequados (tais como raio X, análises químicas e novas modalidades de investigação) na medida em que a Ciência avança e facilita melhores técnicas.

    No transcorrer do tempo, os homens tentaram realçar as cores para que fossem vistas melhor de longe e pretenderam introduzir outros “enfeites”. Nas nuvens foram pintados anjos (desapareceram com o tempo) Os raios de sol foram recobertos de ouro(o ouro está descascando). A lua branca foi “iluminada com prata- ( ficou preta e o preto está descascando) Pintaram uma coroa sobre a cabeça( com dificuldade pode ser vista ainda).

    As tintas- Pintores e análises químicas não desvendaram ainda a origem das tintas empregadas. Mauel Garibi, um perseverante examinador da pintura, resume assim a estranheza dos investigadores, principalmente quanto ao dourado que aparece nos perfis do vestido, nas quarenta e seis estrelas, nos arabescos e nos 129 raios de sol..

    “O dourado é transparente e sob este se vêem os fios do poncho. E como não exista nenhum material que seja transparente, nem sequer o cobre e o ouro, elementos indispensáveis para que o homem possa executar um dourado. Esse dourado,dotado de transparência, não pode ser obra humana”.

    Incorrupção- A pintura resistiu à umidade e ao salitre, muito abundante e muito corrosivo naquela região, antes de ter sido secado o lago Texcoco. Quadros de contextura mais firme, perderam a cor e se danificaram em poucos anos

    O tecido da tela é de tão má qualidade que deveria ter se desintegrado em questão de 20 anos. Atualmente tem 472 anos. Até as madeiras e metais( prata, ouro e bronze) não duravam então, mais que um século.

    O tramado da tecelagem é tão separado e tão imperfeito (comprovado cientificamente em 1751) que olhando por detrás do poncho, pode-se ver através, como se fosse uma peneira, podendo, sem que o tecido atrapalhe, ver os objetos e a claridade. Esta experiência foi realizada várias vezes, conforme testemunho de Cabrera.

    Durante 116 anos, de 1531 a 1647, a pintura esteve desprotegida e exibida em várias procissões solenes. A veneração popular levou piedosos e doentes a que beijassem as mãos e a face da pintura ou que fosse tocada com objetos cujo material deveria ter deteriorado ou destruído o tecido e a pintura.

    Carlos Maria Bustamante conta que em 1791, quando os peritos estavam limpando o ouro que enquadra a imagem, foi derramado um vidro de ácido nítrico, de extraordinário poder corrosivo. “Onde está a força corrosiva do ácido? (pergunta Bustamante) que derramado de alto a baixo no poncho, deixou apenas um vestígio como testemunho do prodígio para a posteridade.

    Hoje percebe-se, de perto, uma leve mancha como de água, no lado esquerdo da jovem e salpiques em vários outros lugares. A análise química confirma: é ácido nítrico.

    ROSTO-GUADALUPE.jpg (102273 bytes)

    Detalhe do rosto de Nossa Senhora de Guadalupe

    Reflexo nos olhos- No ano de 1929, o fotógrafo Alfonso Marené Gonzáles, enquanto realizava o exame de uns negativos fotográficos, muito ampliados, descobriu uma figura refletida nos olhos da jovem de Tequatlaxopeuh. Naquele tempo, as autoridades eclesiásticas pediram-lhe prudentemente que não publicasse suas observações até obter uma comprovação científica.

    Em 1951, Carlos Salinas fez uma descoberta semelhante e o Arcebispo do México, Dom Luis Maria Martinez, nomeou uma comissão para estudar o fenômeno.

    Foi somente em 1955 que o México soube pela rádio a notícia de que nos olhos da Virgem de Guadalupe aparecia uma pessoa espelhada- a exemplo do que acontece com os olhos vivos de uma pessoa. É um fenômeno muito comum no mecanismo normal da visão humana. Não se produz apenas um reflexo das figuras que vemos, mas três diferentes e superpostas. Esta tríplice imagem leva o nome de seus descobridores: Sanson (Oftalmologista de Paris) e Purkinje (médico de Breslau - Alemanha).

    Estudos feitos em épocas diferentes e posteriormente confrontados e formando uma só teoria, foram cientificamente comprovados e admitidos por todas as escolas de oftalmologia.

    Tal como toda imagem se reflete em nossos olhos, assim a cena que ocorreu quando o índio Juan Diego abriu o manto para mostrar as flores, se refletiu nos olhos da “Virgem de Guadalupe”. Tríplice imagem em cada olho, no lugar exato, com a curvatura exata… O índio Juan Diego e as demais pessoas presentes no local, tal como estaria sendo visto pelos olhos da jovem que lhe “apareceu”, saíram refletidas nos olhos da imagem que ficou gravada no poncho.

    Não parecem olhos pintados, mas olhos naturais, humanos, vivos.

    Diversos oftalmologistas examinaram os olhos da “Virgem de Guadalupe”. Deixemos a palavra ao Dr. Rafael Torrija Lavagnet: “Utilizei um Oftalmoscópio como fonte luminosa e lente de aumento, que me permitiu uma percepção mais perfeita dos detalhes. Certifico: -que o reflexo de um busto humano é observado no olho direito da imagem. -Que o reflexo desse busto humano se encontra na córnea. -que a distorção do mesmo corresponde à curvatura normal da córnea. -que além do busto humano, observam-se no dito olho dois reflexos luminosos correspondentes às imagens de sanson-Purkinje. -que esses reflexos luminosos tornam-se brilhantes ao refletir a luz que é enviada diretamente. -que os reflexos luminosos mencionados demonstram que o busto humano é uma imagem refletida na córnea e não uma ilusão de ótica, causada pela textura do poncho. -que na córnea do olho esquerdo da imagem se percebe, com suficiente claridade, o reflexo correspondente do citado busto humano. É impossível obter esse reflexo numa superfície plana e escura.”

    Testemunhos- o Dr. Torroella Bueno, o Dr. Guillermo Silva Rivera, o Dr. Ismael Ugalde Nieto, o Dr. Jayme Palacios, o Dr. Charles J. Wahlig e o Dr. Joseph P. Gallagher, todos oftalmologistas, após terem feito exames separadamente, também eles chegaram às mesmas conclusões.

    OLHODIREITO.JPG (23879 bytes)

    Uma ampliação de 25 a 30 vezes do olho da imagem permite ver com maior clareza a figura de um homem com barba.

    A presença de uma figura humana nos olhos da Imagem da Tilma asteca e a descoberta do brilho e profundidade deles, deixaram os oftalmologistas assombrados. Do ponto de vista da Ciência, eles nada puderam explicar. Entretanto, a Jovem Rainha em atitude de oração ainda não dissera tudo.

    O Dr. José Aste Tonsmann, especialista em engenharia de sistemas ambientais pela Universidade de Cornell (EUA), em fevereiro de 1979 iniciou a trabalhosa e minuciosa pesquisa no Centro Científico da IBM.

    Não podendo os computadores trabalhar sobre uma superfície rústica e sinuosa como a da tilma, o Dr Aste tirou muitas fotografias. O estudo dele concentrou-se em fotografias das íris dos olhos da imagem de Guadalupe. Ampliou as fotografias dos olhos a diversos tamanhos: de 2 a 5 milímetros de altura por 3 a 7 milímetros de comprimento. O computador dividiu cada milímetro quadrado entre 1.600 até 27.778 micro-quadradinhos, e depois ampliou cada micro-quadradinho entre 30 até 2000 vezes.

    Começou pelo olho esquerdo. Os computadores trabalharam e forneceram a primeira ampliação, na extremidade direita do olho, uma figura de pouco mais de 1 milímetro de largura e 4 milímetros de altura: um índio sentado sobre as pernas; sandálias de couro, calção, dorso descoberto, cabelos raspados até o meio da testa segundo o costume da época, ampliando a fronte, recolhidos na nuca, brincos em forma de aro…brilhantes!

    A segunda figura que aparece no computador foi a do esperado homem de barba descoberto em 1929, na parte da menina ocular mais próxima do nariz. Um espanhol com uma mão na barba, a outra na espada, com a boca aberta como extasiado pelo que olhava, virado para a tilma de Juan Diego. Em tripla imagem, em relevo, em cores. E no olho direito aparece com maior clareza do que no esquerdo, como já haviam percebido e explicado os oftalmologistas.

    A terceira figura, de um velho, vestido de franciscano, com lágrimas escorrendo pelo nariz! Pareceu-lhe de alguém conhecido. Não conseguia lembrar-se (o Dr. José Aste Tonsmann). Procurou nos museus, pinturas, livros, algum rosto semelhante. Um dia ocorreu-lhe um famoso quadro do pintor Miguel Cabrera, do século XVIII, no qual o bispo Juan de Zumárraga, ajoelhado, admirava a Imagem no poncho do índio Juan Diego.Aquela figura no computador assemelhava-se demais com a pintura do velho bispo: seus olhos eram fundos, como também as bochechas, o nariz típico dos bascos, a barba branca,a calva grande e reluzente, com algum cabelo com o corte clássico dos franciscansos da época, isto é, uma franja ao redor da cabeça. Era o bispo Dom Juan de Zamárraga.

    Descobriu um outro índio, com um chapéu típico em forma de cone, e com uma tilma amarrada no pescoço. Seu braço direito estendia-se sobre o poncho, e os lábios pareciam entreabertos. Juan Diego!!

    Atrás de Juan Diego, surgiu uma mulher negra que parecia observar atentamente. Negros no México no século XVI? O engenheiro ficou depois sabendo que o conquistador Hernán Cortés recebera e entregara ao bispo Zumárraga e que este concedera liberdade a escrava negra, que o servia como empregada. Era também a história sendo recuperada.

    À direita do “ancião”, os cérebros eletrônicos localizaram um jovem franciscano que olhava quase de frente. Comprovou-se depois que era o intérprete frei Juan González.

    Mas havia mais gente no olhar calmo da Imagem de Nossa Senhora de Guadalupe. Precisamente do centro de ambas as pupilas, os computadores resgataram um “grupo familiar indígena”. Era constituído por uma jovem índia, de perfil, finas feições, brincos em forma de aro, também brilhando, um adorno de madeira atravessando o penteado.Levava um bebê amarrado nas costas. Havia um homem com chapéu também em forma de cone, uma criança em pé junto e na frente da mulher, e outro casal que apreciava a cena.

    Todas as privilegiadas personagens estavam em ambos os olhos. Diferindo apenas tamanho, ângulo e luminosidade, o que se encaixava perfeitamente na fenômeno da visão estereoscópica. Os alongamentos de algumas das imagens correspondem à reflexão das mesmas numa superfície convexa como é o olho humano.

    Olho esquerdo Olho direito

    Ainda faltava outra surpresa. Das duas personagens que estavam no extremo mais externo do semicírculo, o espanhol com barba e o índio sentado, o computador só podia ampliar os olhos do índio, porque o espanhol estava meio virado. E em ambos os olhos!( nos olhos do índio que está no olho da imagem de Nossa Senhora de Guadalupe) em tripla imagem! em cores!, os computadores comprovaram a mesma cena de outro ângulo!

    As estrelas no manto da virgem - De acordo com o Doutor Juan Homero Hernández Illescaz se comprova, com exatidão, que no manto da virgem de Guadalupe, está reproduzido o céu do dia 12 de dezembro: a manhã do solstício do inverno de 1531.   

    No manto estão representadas as estrelas mais brilhantes das principais constelações visíveis do Vale de Anáhuac do dia 12 de dezembro de 1531. Ali, estão as constelações completas, comprimidas.

    A extraordinária distribuição das estrelas não pode ser produto do acaso ou coincidência, pois nenhuma distribuição ao acaso pode representar com exatidão, em sua totalidade, as constelações de estrelas de um momento determinado.

    Para os indígenas, o solstício de inverno era o dia mais importante em seu calendário religioso. O sol vencia as trevas e ressurgia vitorioso. Por isso, não é casual que precisamente neste dia ocorreu tão grandioso milagre.

    O dia do milagre - Terça-feira, 12 de dezembro de 1531, de acordo com o calendário Juliano ou 22 de dezembro do calendário astronômico que usavam os indígenas, ocorreu a aparição santa imagem da Virgem de Guadalupe no ayate (espécie de poncho) que usava o índio Juan Diego.Neste mesmo dia, pela manhã, ocorreu o solstício de inverno, que para as culturas pré-hispânicas significava que o sol enfraquecido recobrava o vigor, o retorno da vida.

    Se conhece pelo nome de solstício (Do latim solstitiu) aos dois momentos, no verão e no inverno, nos quais a terra se encontra mais distante do sol em sua órbita. Época em que o Sol passa pela sua maior declinação boreal ou austral, e durante a qual cessa de afastar-se do equador.

    Na opinião do Doutor Juan Homero Hernández Illescaz, a virgem de Guadalupe aparece completa no firmamento, para oferecer, com seu manto celestial, proteção para todo o mundo.

    Solstício de inverno

    Na foto ao lado, estão as estrelas mais brilhantes das principais constelações visíveis do Vale de Anáhuac do dia 12 de dezembro de 1531.

    Nesta foto verificamos as constelações, comprimidas e mantidas as proporções, sobrepostas à imagem da virgem de Guadalupe.A exatidão da localização e proporção das estrelas presentes no manto da virgem com as estrelas mais brilhantes das constelações é impressionante, afastando toda e qualquer possibilidade de acaso.

    As constelações sobrepostas que incidem na cabeça e no corpo da imagem também trazem significados:

    Coroa Boreal - Esta constelação, pela sua posição na imagem, indica a  coroação de  Nossa Senhora de Guadalupe como Rainha e mãe de Deus.

    Leão - A civilização pré-hispânica no México chamavam a constelação de Leão de “Nahui Ollin”, que era o centro do universo físico e religioso das culturas mesoamericanas. A virgem na figura está grávida e traz em seu ventre,

    Os símbolos

    Os antigos povos indígenas do México transmitiam a memória de sua história de geração em geração por meio de poemas e cantos, que ao ser transmitidos por meio de figuras e símbolos em papel ou peles, formavam os chamados códices.

    A imagem está cheia de símbolos (a maneira de códices), de modo que os habitantes destas terras pudessem entender facilmente a mensagem.

    Para que possamos entender, pela nossa visão moderna, a profundidade da mensagem contida na imagem de Guadalupe, é necessário conhecer o significado básico dos símbolos presentes na santa imagem segundo a culturas indígenas que lá viviam:

    Cinto - Marca a gravidez da virgem, que se constata pela forma aumentada do abdómen, onde se destaca uma maior proeminência vertical que transversal.. O cinto se localiza em cima do ventre. Cai em dois extremos trapezoidais que na cultura Náhuatl representa o fim de um ciclo e o nascimento de outro. Na imagem simboliza que com Jesus Cristo se inicia uma nova era tanto para o velho como para o novo mundo.

    Lua - A Virgem de Guadalupe está pisando no meio da lua; e não é casual que as raízes da palavra México em Náuhatl é “Metz-xic-co” que significa ” no centro da lua”. Também é símbolo de fecundidade, nascimento e vida.

    Flor - A flor de quatro pétalas, a “Nahui Ollín” é o símbolo principal na imagem. É o símbolo máximo na cultura náuhatl e representa a presença de Deus, a plenitude, o centro do espaço e do tempo. A imagem representa a Virgem de Guadalupe como a Mãe de Deus e a flor marca o lugar onde se encontra Nosso Senhor Jesus em seu ventre.

    Anjo - Um anjo está aos pés da imagem. As asas são como de águia, assimétricas e muito coloridas. Os tons são parecidos com os do pássaro mexicano “tzinitzcan” que Juan Diego avistou anunciando a “aparição” da Virgem de Guadalupe.

    Raios - A Virgem está rodeada de raios dourados que formam um halo luminoso.Mensagem: ela é a Mãe da luz, do Sol, do Deus verdadeiro.

    Cabelos - Tem o cabelo solto, que entre os astecas é sinal de virgindade. É virgem e mãe.

    Seu rosto é moreno, ovalado e em atitude de profunda oração, refletindo amor e ternura.

    Suas mãos estão juntas em sinal de recolhimento e oração. A direita é mais branca e a esquerda é mais morena, podendo significar a união das raças.

    Mais símbolos - Os indígenas eram homens religiosos por excelência e sempre estavam atentos a sinais que entendiam como mensagens de Deus. 12 de dezembro de 1531, dia da formação da imagem no manto de Juan Diego, se reuniram quatro grande símbolos:

    Cometa Halley - Solstício de Inverno

    Conjunção Sol-Vênus - Tanto Vênus ( Quetzalcoátl ) como o Sol ( Tonatiuh ) eram símbolos de Deus.Na conjunção Sol-Vênus que se deu nesse dia, podia observar uma plenitude de simbolismo divino.

    O retorno de Vênus - O planeta Vênus somente a cada 8 anos retorna junto com o Sol. Os indígenas interpretam como o retorno de “Quetzalcoátl”, o “Deus-homem”, representado por Vênus.

    « Previous Entries